Terça-feira, 14 de Abril de 2009

O Baby precisa de grife?

Amigos

Alguns de vcs sabem que faz 6 meses que sou papai. E estou colocando a prova tudo que comento com vcs. Mas a maior façanha é parar de pensar no EU e passar a pensar no Nós, na verdade no ELAS ( mulher e filha).
Ter filho é maravilhoso, mas demanda alguns cuidado$$$$$$$$$.

O primeiro é sempre pensar no essencial antes do superfulo.

Vacinas, remédios, roupinhas consomem muito do orçamento que outrora era seu. Portanto, ao comprar roupinhas, não queira comprar grife, enquanto 3 bodys de marca podem custas até R$ 100,00, nas feiras de bebes, vc compra os mesmos 3 por R$ 30,00.

Pense nisto. Deixe a grife para as modelos. Pense em 4 coisas. Se o seu bebe está agasalhado, limpo, alimentado e amado.

Abraços

Olhem ao redor!!!!

Amigos

Vocês estão de olho no que está acontecendo a sua volta?

Demissões, PAC, incentivo ao consumo, PAC da moradia, etc etc etc

Tudo isto tem relação com a crise mundial. Para que não haja demissões, o Governo incentiva o consumo, que incrementa a produção, que gera faturamento as empresas, que melhoram sua situação e não demitem.

Alem disto, com a redução dos juros, começa o formigamento para comprar. E vc, como leitor assiduo deste blog, sabe que isto não é uma boa idéia.

Então amigos, fiquem quietinhos. Guardem dinheiro, comprem somente o necessário, não façam dividas, pois estas hoje dia, estão dificeis de quitar.

As perspectivas de futuro são boas, por isto espere. Aproveite para poupar.

Um abraço

Sexta-feira, 27 de Março de 2009

Estou voltando

Amigos, depois de quase 9 meses, em breve voltarei a postar aqui no nosso blog.

Agora sou pai, e tentarei ajudar tambem neste quesito.

Roupinhas, fraldas, e tudo o mais que necessitamos para deixar nosso bebê supimpa.

Abs

Terça-feira, 26 de Agosto de 2008

Governo não vai deixar bancos aumentarem juros do consignado, diz ministro

Geralda Doca - o Globo

BRASÍLIA - O ministro da Previdência, José Pimentel, afirmou nesta terça-feira que o governo não vai permitir um aumento nos juros no consignado, empréstimo com desconto em folha para aposentados e pensionistas do INSS, que hoje está limitado a 2,5% ao mês. A elevação, que é defendida pelos bancos, será discutida nesta quarta na reunião do Conselho Nacional de Previdência Social, formado por representantes do governo, dos trabalhadores, dos aposentados e das instituições financeiras.

- O governo não vai permitir o aumento dos juros no consignado - garantiu o ministro.

Pimentel justificou que, segundo levantamento do ministério, há um grupo de bancos que cobra 0,89% ao mês pelo consignado, a taxa mínima. A taxa média vai do mínimo até 2,3%. Isso mostra, de acordo com o ministro, que não é necessário aumentar o teto dos juros, ainda que a Selic continue em alta.

O ministro deixou claro também que o governo não vai mexer nas regras que limitam a margem de consignação a 20% do benefício, como os bancos defendem. Segundo ele, a idéia é manter o atual limite porque o consumo do país está muito aquecido.

O ministro da Previdência anunciou ainda que está discutindo com o Ministério da Fazenda o marco legal para também padronizar a contabilidade da Previdência nos moldes internacionais, com vem fazendo o governo.

Segundo Pimentel, isso já vem sendo feito administrativamente e não existe nenhuma intenção de desassociar o urbano do rural como beneficio previdenciário, como já está previsto na Constituição. "O que se procura explicitar é o que é contributivo e o que é assitencial".

Pagamento de dívidas - Devedores poderão ter carros apreendidos

Jornal Nacional

RIO - A partir desta terça-feira, juízes de todo o Brasil terão um instrumento a mais para obrigar o pagamento de dívidas: o bloqueio do carro do devedor. Esse sistema já funciona no Tocantins e no Distrito Federal.

Para ter livre acesso ao Cadastro Nacional de Veículos, o juiz precisa ter uma senha. Ao digitar o CPF ou o CNPJ do devedor, o juiz pode mandar uma ordem para o Detran apreender o carro, que pode ir a leilão para pagar a dívida trabalhista.

- Em dois meses, somente aqui na 4ª Vara do Trabalho de Brasília, nós já providenciamos quase 25 bloqueios e, não digo todos, mas a grande maioria com extremo sucesso- diz o juiz Denilson Bandeira Coelho, um dos primeiros a utilizar o instrumento.

" Quando ocorre uma ameaça de penhora, a empresa procura ou pagar o processo ou procurar o trabalhador para tentar fazer um acordo "

O advogado Jomar Moreno foi um dos beneficiados. Durante mais de um ano, tentou sem sucesso receber de uma construtora uma dívida trabalhista. Bastou a Justiça bloquear dois carros da empresa para o cliente dele conseguir o dinheiro.

- Quando ocorre uma ameaça de penhora, a empresa procura ou pagar o processo ou procurar o trabalhador para tentar fazer um acordo. Em suma, ela tenta evitar os riscos de perder um bem.

A partir desta terça, não apenas a Justiça do Trabalho, mas todos os tribunais brasileiros vão ter acesso ao Cadastro Nacional de Veículos. Os juízes vão receber uma senha para bloquear carros dos devedores.

Para o Conselho Nacional de Justiça, esse novo instrumento será importante principalmente para as varas de família e os juizados de pequenas causas.

- Acredito que finalmente o Judiciário está utilizando as ferramentas tecnológicas ou a tecnologia a seu favor e buscando sobretudo fechar o cerco contra os maus pagadores no Brasil - declarou Rubens Curado, juiz auxiliar da presidência do CNJ.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, também elogia a medida.

- Esse mecanismo vai, realmente, acelerar a prestação jurisdicional naquilo que ela tem de mais evidente, de mais concreto, que é a sua execução, sua conclusão.

Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008

Vocês estão tranquilos financeiramente?

Você está tranquilo em relação às suas finanças? Então lá vão algumas perguntinhas maldosas para avaliar se você está REALMENTE por cima da carne seca:

- Você tem uma poupança emergencial? Uma reserva que lhe garanta passar de 6 a 12 meses desempregado?

- Você tem todas as suas dívidas sob controle?

- Você tem um seguro de vida e de saúde?

- Você está preparando sua aposentadoria ou vai depender da aposentadoria do governo?

Se você respondeu afirmativamente a todas essas questões, parabéns você está financeiramente tranquilo. Se não, procure se programar para solucionar essas questões para evitar dissabores futuros.

Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008

Quem é o Professor Mauro Halfeld

Pós-doutorado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e com mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro nacional.
Ex-Professor Doutor da Escola Politécnica e da Faculdade de Economia e Administração da USP, Mauro é Professor Titular na Universidade Federal do Paraná em Curitiba.

Autor dos livros INVESTIMENTOS - Como administrar melhor seu dinheiro, SEU IMÓVEL - Como comprar bem e SEU DINHEIRO.

Mauro Halfeld é colunista de ÉPOCA e da Rádio CBN (às 08 da manhã e 18 horas em rede nacional). Mauro é reconhecido pela sua grande criatividade e capacidade didática ao tratar temas de economia e de finanças pessoais

Professor Mauro Halfeld responde

Tenho uma filha de 1 ano de idade e gostaria que, ao completar 18 anos, ela tivesse uma poupança de R$ 250 mil em sua conta. Quanto devo poupar por mês e qual é o melhor lugar para investir?Bernardo

Para você atingir seu objetivo, terá 17 anos pela frente. Um plano de previdência do tipo VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres) que aplique 49% em ações e 51% em renda fixa seria interessante. Como você vai aplicar no longo prazo, terá tempo de sobra para recuperar eventuais perdas que as ações possam sofrer no curto prazo. Mas fique atento. Convém fugir dos fundos de investimento que cobram taxas de administração altas. Elas acabam por corroer boa parte de seu patrimônio. O ideal é não pagar mais que 2% ao ano de taxa de administração.

Uma excelente alternativa seria aplicar metade em Tesouro Direto (www.tesourodireto.gov.br) em títulos públicos com vencimento daqui a 17 anos. A outra metade poderia ser aplicada em ações. Sugiro o PIBB (www.pibb.com.br), que cobra uma taxa de administração muito baixa e pode ser adquirido em qualquer corretora de ações. Estimo que as aplicações em renda fixa possam lhe dar uns 4% ao ano acima da inflação, daqui para a frente, e que as ações consigam atingir uma média de 8% acima da inflação, depois dos impostos. Fazendo a média entre os rendimentos projetados na renda fixa e na renda variável, chegamos a 6% ao ano, acima da inflação. Na calculadora financeira, você descobrirá que para acumular em 17 anos os R$ 250 mil, corrigidos pela inflação, vai precisar investir uns R$ 750 por mês.

Mãos à obra!

Professor Mauro Halfeld responde

Eu e meu marido moramos com meus pais e estamos procurando um apartamento para comprar. O mercado imobiliário está aquecido e tudo está muito caro. Achamos um imóvel no valor de R$ 140 mil. Temos uma poupança no valor de R$ 50 mil que formamos para isso. Inicialmente, pensávamos em usá-la para dar uma entrada e financiar o restante em 20 anos. Será que neste momento seria melhor alugar em vez de comprar um imóvel e deixar os R$ 50 mil rendendo no mercado financeiro para esperar uma baixa nos preços?Patrícia

O mercado de imóveis residenciais está mesmo em alta. E isso deve ser só o começo de um longo ciclo de alta. Com a redução dos juros e o aumento dos prazos de financiamento, a procura deverá aumentar muito nos próximos anos. Isso levará a uma elevação ainda maior nos preços. E deverá puxar também os aluguéis, principalmente os dos imóveis mais simples.

Receio, portanto, que você possa fazer um negócio pior se ficar esperando um momento de baixa no mercado. Na hora de comprar, prefira os imóveis usados financiados pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), de preferência com taxas de juros prefixadas, que lhe permitem saber o valor da prestação até o final do contrato. E agradeça a seus pais pelo privilégio que eles concederam ao jovem casal. Boa parte de sua poupança se deve à economia que vocês puderam fazer ao não pagar aluguel enquanto moram com eles.

Professor Mauro Halfeld responde

Eu e minha mulher estamos em dúvida entre comprar um imóvel novo ou um antigo. A primeira opção é comprar um apartamento de três quartos na planta, no valor de R$ 166 mil, que ficará pronto em dois anos. A entrada seria de R$ 30 mil e o saldo devedor de R$ 132 mil, financiado por um banco. O saldo será atualizado pelo INCC (Índice Nacional da Construção Civil) até a entrega do imóvel. A segunda opção é financiar um imóvel antigo, de dois quartos, no valor de R$ 140 mil. A entrada seria a mesma, de R$ 30 mil, e o saldo devedor de R$ 110 mil, também financiado. Minha renda líquida é de R$ 2.900 mensais e tenho despesas da ordem de R$ 2.500. Isso deixa uma sobra mensal de R$ 400. Meu aluguel é de R$ 600. O que fazer? Será que devo trabalhar e poupar mais um pouco para realizar o sonho da casa própria depois?Alexandre, Recife (PE)


Eu compraria o imóvel usado. Você está pagando um aluguel relativamente alto para sua renda, e o preço dos imóveis tende a subir mais. Acho melhor garantir logo sua casa própria. No entanto, parece-me que você ainda não encontrou um bom imóvel usado. Pesquise mais. Essa decisão será uma das mais importantes de toda a sua vida financeira. Vale a pena ampliar o número de imóveis que estão em seu radar. Seu objetivo deve ser encontrar um apartamento maior, com uma entrada não superior a R$ 30 mil. O mercado de imóveis usados é muito heterogêneo. Sempre existem vendedores flexíveis que podem lhe oferecer preços e prazos mais adequados a seu bolso.

Não me deixei seduzir pela oferta do apartamento na planta, porque você ainda terá de pagar aluguel durante dois anos, e o INCC tende a subir nos próximos meses, devido ao fortíssimo aquecimento do setor. Além disso, um imóvel usado tem a “vantagem da coisa feita”: você sabe exatamente o que está comprando. Pode-se livrar, assim, do risco de receber algo diferente do que sonhava quando lhe mostraram a planta e os lindos desenhos no estande de vendas da construtora. Resumindo: compre um imóvel usado maior, com financiamento bancário.

Sou formado há sete anos. Sinto-me frustrado porque, nesse período, tudo o que consegui foi comprar um carro de R$ 40 mil e manter uma poupança de R$ 7 mil. Não contribuo para a Previdência Social. Minha renda mensal é de cerca de R$ 4.500 e meus gastos ficam em torno de R$ 2.300. Minha preocupação maior é com a velhice. Não sei como investir hoje para ter conforto amanhã. O tempo passa e meu patrimônio não cresce. Como posso realizar o “milagre da multiplicação”? – Gustavo, São Paulo (SP)

Como acontece com quase todos os jovens profissionais, você deu prioridade à compra de um automóvel nos primeiros anos de carreira. Todo mundo sabe que o carro não é uma aplicação rentável. Ao contrário, acaba consumindo boa parte de sua renda. Isso explica a origem de sua preocupação atual. Mas tudo bem: essa etapa já está vencida.

Com o tempo, a troca do aluguel pela prestação vai gerar uma folga para custear a previdência privada

Pelo que você informa, parece haver bastante folga em seu orçamento. Ótimo! Mantenha os atuais R$ 7 mil como reserva para emergências em caderneta de poupança ou, melhor ainda, em CDBs (Certificados de Depósito Bancário). Compare os rendimentos líquidos oferecidos por seu banco com os ganhos atuais da poupança. Provavelmente, o rendimento será bem mais atraente.

Daqui para a frente, procure fazer investimentos que rendam mais e tenham uma barreira psicológica contra saques. Um plano de previdência do tipo VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) seria uma forma fácil de isolar o dinheiro do dia-a-dia daquele que será necessário para a aposentadoria. O Tesouro Direto (www.tesourodireto.gov.br), que permite a aplicação em títulos públicos de longo prazo pela internet, é ainda mais interessante, pois as taxas de administração são reduzidas. Como você é jovem, deve também investir em fundos de ações de forma lenta e gradual. E só. No mais é concentrar-se para que continue sobrando um bom dinheiro em seu orçamento. A multiplicação precisará desse capital para começar.

Dicas interessantes do Professor Mauro Halfeld

Quem casa quer casa, diz o velho ditado popular. Quando alguém decide comprar um imóvel, abre mão de despesas menos necessárias para fazer um investimento que formará boa parte de seu patrimônio no futuro. Inicialmente, troca o aluguel pela prestação do financiamento, sem impacto no orçamento doméstico. Mas, com o passar do tempo, a tendência é haver uma folga no orçamento. Ela deverá ser usada para um objetivo ainda mais importante: a aposentadoria.

Mais uma vitória do Blog do Devedor.

Há algum tempo atrás contei a vocês que estava assessorando uma cliente na negociação de um débito com o Itaú.

Pois é, depois de quase 1 ano, concluímos a negociação.

A dívida que estava em R$ 93.000,00, foi quitada por R$ 52.000,00, representando um desconto de R$ 41.000,00, quase 42%.

É impressionante. Os bancos pressionam muito no início, dizem que farão isto e aquilo, negativarão seu nome, cobrarão judicialmente e tudo mais.

Contudo se tivermos sangue frio, tempo e paciência para esperar, a vitória é sempre certa.

Por isto, não aceitem nada que prejudiquem vocês. Negociem, briguem.

Mas antes de mais nada, NÃO ACUMULEM DÍVIDAS. EVITEM A BRIGA, FICANDO SEM DÍVIDAS QUE NÃO ESTEJAM PREVISTAS OU CONTROLADAS.

Abs

A euforia do crédito imobiliário. Contudo há muito mais no que se pensar

Amigos, tudo bem?

Nos últimos meses observamos uma série de artigos e reportagens a respeito do crédito imobiliário. Aumento do prazo para pagamento, melhora nas taxas e condições de financiamento. De tempos em tempos, de acordo com sua vontade, o Governo modifica estas regras, favorecendo ou não ao crédito. Estas regras se referenciam sempre ao saldo no FGTS, política de juros e etc.

Com isto, como qualquer outro ser normal, a população que ainda não tem sua casa própria, começa a sonhar com o dia em que conseguirá morar em algo que é seu, mesmo que ainda esteja pagando.

Neste post de hoje, não falarei de taxas de juros, e todo aquela matemática financeira que sempre trago para vocês.

Quero falar sobre todo o resto que circunda a compra de um imóvel.

1) Sonhar – Antes de pensar em comprar sua casa própria, antes de mesmo de começar a economizar, você deve sonhar. Este é o início de qualquer conquista. O sonho não diz respeito a ninguém, somente a você. E o melhor, é de graça.

2) Apuração de seu limite de crédito – Esta etapa é muito importante, pois dependendo da resposta do seu agente financeiro, seu sonho pode ficar mais próximo ou não da realidade. Você deve ir ao banco onde você tenha conta corrente, ou algum banco que esteja filiado ao Sistema Financeiro de Habitação. Neste momento o banco te pedirá uma série de informações, e ao final lhe dirá através de uma carta de crédito, quanto você deverá ter de grana e quanto ele poderá financiar. Neste momento você também já pode solicitar uma prévia do valor da prestação do imóvel, no caso em que seja financiado o valor estipulado na carta de crédito.

3) Prévia do novo orçamento familiar – Se você é um leitor do Blog do Devedor, já sabe que sem orçamento familiar, a tendência é tomar ferro, então pegue seu orçamento e vamos lá. Veja se a prestação prevista, somada ao condomínio, IPTU e outras despesas relacionadas, cabem no seu orçamento. Se estiver legal, vamos em frente.

4) Despesas relacionadas a legalização e financiamento – Além do valor que você está economizando para o sinal, não se esqueça que o financiamento imobiliário gera uma série de despesas, principalmente relacionadas as custas cartorárias. Não deve ser esquecido, que o comprador deverá pagar também o ITBI – Imposto de Transferência de Bens Imóveis. Em média este imposto custa 2% do valor do imóvel

5) Busca do imóvel – Depois de pensar em tudo isto, chega a hora de começar a procurar o imóvel. Nunca compre o primeiro que olhar. Procure bem. Vocês devem visitar pelo menos uns 15 imóveis antes de pensar em fechar negócio. Se possível sempre que for visitar o imóvel, leve a máquina fotográfica. Tirar fotos ajuda na hora em que, após um sem número de visitas, você tenha que decidir sobre qual ficará.

6) Considerações sobre o imóvel – Veja a relação condomínio x benefícios apresentados, vaga de garagem, barulho da rua, barulho do play, proximidade de comércio e acesso a transporte.

7) Não acredite em pechinchas – Amigos, um dos meios onde se tem mais problemas com legalização e documentação é o setor imobiliário. Exija que a documentação esteja perfeita. Em caso de dúvidas, consulte um advogado.

8) Peça desconto – Nunca aceite o primeiro preço ofertado. Barganhe, finja desinteresse e principalmente cozinhe o vendedor.

Estas são as dicas que acho relevantes, conforme a proposta deste post. Claro que há muito mais itens que deverão ser considerados. Por isto, em caso de dúvidas me escrevam ou procurem um advogado.

Abs

Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

Resposta a consulta de um leitor do Blog do Devedor

Prezado Marco

Obrigado por sua visita ao nosso blog.

Em primeiro lugar, fique calmo. Pelo que vi em seu email, você tem noção do que fazer, mas ainda não foi enfático.

Vejamos.

Em primeiro lugar, vc deve se perguntar como uma pessoa que ganha R$ 3.000,00, chegou a este saldo devedor?!?!?!!?!?!?!

Não basta cortar o supérfulo, tem que haver uma reeducação financeira completa.

Pelo que entendi, você está virado no cheque especial, tem empréstimos e ainda deve no cartão de crédito, concorda?

Os principais passos que vc deve tomar são:

1) relacione todas as suas dívidas, colocando nesta lista o saldo original, o saldo atual e a taxa de juros.
2) Separe estas dívidas por instituição. R$ xxxx no Itaú, R$XXXX BMG etc
3) Nunca troque nenhum tipo de informação com o credor, sem formalizar. Ou seja, no caso do Itaú, monte uma carta solicitando exatamente o que vc quer. Monte uma proposta, com valor da dívida, e a sua proposta para liquidação da mesma.

Contudo, para conseguir uma excelente negociação, só deixando de pagar. Eles colocarão seu nome no Serasa e aí sim a brincadeira fica boa para o seu lado. Só que tem um probleminha. Com o nome inscrito no Serasa, vc não terá crédito, e em caso de demissão do seu emprego, ficará com dificuldades de arrumar outro.

Quando a via judicial, é uma boa opção. Mas até que o mérito seja julgado, obviamente vc não continuará pagando, o que quer dizer que vc ficará com o nome no Serasa.

Minha experiência diz que o devedor, mesmo querendo pagar o justo, somente consegue uma negociação justa, quando deixa de pagar o injusto.

O Itaú é um banco duro de negociar, mas já consegui grandes vitórias nele.

Siga minhas instruções acima. Caso o banco continue a dificultar, procure ajuda legal.

Se vc for do Rio de Janeiro, posso te ajudar pessoalmente, negociando diretamente com o banco.
Neste caso, cobrarei honorários.

Espero ter ajudado.

Consulta de um leitor do Blog do Devedor

Caro Rui conheci seu blog e me interessei demais, pois, vc. trata dos assuntos diretamente, agora por favor me ajude estou com um problema serissímo, devo a tudo e a todos, estou com problema com o cartão de crédito, com o banco, com lojas.

Meu problema começa com o limite do cheque especial que neste mes de julho acabei por estourar, sendo que meu limite é de R$ 6900,00 e chequei a estar com R$ 8000,00 de débito mas no final, hoje dia 28/07 estou devendo R$7600,00, tenho também uma serie de empréstimos com o banco, há, o banco aonde tenho conta é o ITAÚ totalizando todo mês +- R$1400,00, tentei a cerca de 10dias negociar com o banco um possdivel financiamento para juntar o LIS e estes empréstimos transformando tudo em um empréstikmo só com prazo longo e parcelas mais baixas, mas o que eles me disseram que podiam fazer era renegociar o limite que eles chamam de refin, só que para mim não é interessante isto, pois, gostaria também de renegociar os empréstimos,pois, aconteceu o seguinte comigo eles este mês retiraram todos os emprestimos, todas as taxas ,me deixando com este rombo na conta comentado acima, por isoto gostaria de negociar pois esto uvendo que neste ritmo vou acabar ficando sem pagamento, detalhe ganho em torno de R$ 3000,00 por mês, e ainda devo ao cartão de crédito em trono de R$ 6000,00 neste mês eles também retirar valor referente ao pagamentyo minimo,pois no mês passado não paguei por total falta de dinheiro isto também em ajudou a estourar o limite este mês, por favor estopu desesperado me ajude indicando um caminho, se eu posso real mente negociar como eu quero, se tenho que procurar a jutiça para isso ,mas deste jeito não posso continuar, cortei todos os superfulos mas está dificil ,me ajude.

Marco , mais um endividado mas que quer pagar.

Sábado, 12 de Julho de 2008

Planeje a educação, depósitos de R$ 1,17 a R$ 381,30 todo mês garantem a faculdade do filho

Rachel Vita - O Dia


Rio - Quando fez 10 anos, Gisele já sabia o que queria ser quando crescesse. Preocupada com o futuro da filha, a costureira Cristina da Silva, 40 anos, começou a economizar pensando na faculdade da menina. Todo mês, há três anos, deposita R$ 500 na caderneta de poupança para não se preocupar com a conta pesada do curso de Produção Cultural. Como a costureira, outras famílias estão planejando o futuro da educação dos filhos. Mas quem começa a poupar desde cedo não precisa desembolsar tanto dinheiro.

A pedido do ‘De Olho noSeu Bolso’, o professor de finanças Gilberto Braga fez as contas de quanto os pais devem investir mês a mês para não ter nenhuma despesa com a mensalidade quando o filho ingressar na faculdade. O valor para depósito inicial é de R$ 1,17, se a aplicação for em um fundo de investimentos convencional. O máximo calculado chega a R$ 381,30, na caderneta de poupança (confira no gráfico).

Vale lembrar que instituições financeiras exigem aporte inicial de aplicação na Bolsa de Valores, que varia de acordo com a instituição, fora a taxa de administração. Na Caixa, por exemplo, o valor mínimo é de R$ 100.

Foram feitas simulações por tempo de aplicação (17 e 12 anos), por curso (4 e 6 anos), por valor de mensalidade (R$ 400 e R$ 1.500) e tipos de aplicações (caderneta de poupança e fundos de investimentos de ações).

“Embora a rentabilidade do passado não signifique que os rendimentos futuros serão idênticos, com prazos tão longos, os resultados, no entanto, podem servir de parâmetro para os pais”, diz Gilberto Braga.

Na poupança, o depósito mensal mínimo pode ser de R$ 35,07 para uma faculdade de quatro anos, com 17 anos de aplicações mensais. Vale destacar o poder dos juros sobre juros, que multiplica as aplicações. Por isso, depositar todo mês é fundamental para se chegar ao total desejado no tempo estipulado. Há outras opções de investimentos, como previdência privada. Pelo Bradesco, é necessário contribuir com R$ 36,80 por 18 anos para ter direito a R$ 400 a cada 48 meses. E R$ 195,37, também por 18 anos, para garantir os R$ 1.500 todos os meses em seis anos.

RENDENDO FRUTOS

Em tempos de inflação, como agora, é mais difícil economizar. O poder de compra do salário diminuiu e sobra menos na conta. Mais do que nunca o planejamento do orçamento doméstico e a determinação ajudam na poupança. Anote todos os gastos (fixos e supérfluos) para não deixar escapar o salário.

Coordenador de Análises Econômicas da Fundação Getulio Vargas (FGV), Salomão Quadros destaca que ter objetivo para poupar é sempre um estímulo a mais: “Permite que a família escolha entre o consumo presente e o consumo futuro”. Para o economista, a inflação deverá acabar sendo domada, mas as turbulências devem demorar pelo menos um ano.

“A economia de hoje vai render frutos para os filhos depois. Já é provado que investir em educação rende, geralmente, melhor nível salarial”, lembra Salomão.

DO DESCONTO NO PAGAMENTO À VISTA AO CRÉDITO EDUCATIVO

Na hora de pagar a conta da faculdade, a família ainda consegue economizar. A maior parte delas oferece descontos para pagamentos à vista. A Gama Filho aceita negociação anual: cada mensalidade tem 1% de desconto e mais 6% sobre o total economizado. Na Faculdade Hélio Alonso (Facha), a redução varia de 10% a 15% a cada semestre.

Quem não poupou também tem como financiar a faculdade, em outras condições. O Ministério da Educação possui crédito educativo (FIES), que financia a graduação para os que não podem arcar com o ensino superior. A taxa de juros cobrada é de 3,5% ao ano para cursos de Licenciatura, Pedagogia, Normal Superior e do Catálogo Nacional de Cursos de Tecnologia. Para os demais, cobra-se 6,5% de juros.

O Pró-Uni financia integralmente a faculdade de quem tem renda familiar, por pessoa, de um salário mínimo e meio e oferece bolsa de 50% e de 25%.

Para melhor adaptar o orçamento, também vale se preparar. O Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) tem curso grátis na Internet (www.ciee.org.br/portal) sobre como administrar finanças, para auxiliar estudantes a gerir o próprio dinheiro.

Quinta-feira, 10 de Julho de 2008

Qual o cartão de crédito ideal para você?

Por: Equipe InfoMoney
09/07/08 - 15h46
InfoMoney

SÃO PAULO - A escolha do cartão de crédito ideal vai depender, sobretudo, da forma como você pretende usar o seu cartão. Afinal, cada um de nós se comporta de uma forma distinta quando sai às compras e usa o seu dinheiro de plástico.

Seja sincero consigo mesmo e responda: como você tem usado o seu cartão? Como mais uma conveniência, de forma que ele funciona quase como um meio de pagamento alternativo ao cheque, ou você é daqueles que freqüentemente financia parte das suas compras no cartão?

O cartão é mais uma conveniência?
Se você respondeu afirmativamente a esta pergunta, então você é daqueles que pagam o total da sua fatura no final de cada mês. Para você, a taxa de juro não é um fator decisivo na escolha de um cartão de crédito, afinal ao pagar integralmente a fatura você nunca usa a opção de crédito do cartão.

Para você o cartão permite administrar melhor os seus pagamentos, já que só precisa efetuar alguns pagamentos na data da fatura, o que não seria possível na compra com dinheiro, por exemplo. Se você faz parte desse grupo, escolha um cartão cuja anuidade seja a mais baixa possível.

Talvez você não saiba, mas alguns cartões sequer cobram taxa de anualidade. Por outro lado, você pode preferir pagar anuidade, em troca da possibilidade de receber alguns benefícios, como por exemplo, milhagem, prêmios etc. Mesmo assim faça as contas, pois pode ser que o benefício anunciado não compense a taxa de anuidade, ou o fato dos juros serem mais elevados.

O cartão é uma fonte de crédito rápido?
Em geral quem faz parte deste grupo opta por pagar apenas o valor mínimo exigido (em geral cerca de 20% do total da fatura). Quem pertence a esse grupo deve dar preferência aos cartões que oferecem a menor taxa de juro.

Afinal, ao pagar apenas o mínimo exigido pela operadora, você está constantemente usando o cartão como uma forma de financiamento, sendo que a sua dívida crescerá em função dos juros cobrados.

Mas fique atento! Muitas instituições oferecem taxas de juros bem mais baixas que as praticadas pelo mercado, mas essas taxas só são válidas por um período determinado de tempo. Uma vez terminado esse período, as taxas aumentam para níveis muito mais altos do que os praticados pelo mercado. Se você for capaz de quitar sua dívida antes dessas taxas serem praticadas, então não há problemas.

O cartão é um pouco dos dois?
Se na maioria das vezes você paga o total da sua fatura, mas em alguns meses acaba pagando só uma parte, então você se encaixa nesse grupo. Na maioria dos casos, essas pessoas tendem a zerar sua dívida em poucos meses, e é por isso que são conhecidas como tomadores de crédito esporádicos.

Se você faz parte desse grupo, então não vai ser tão fácil decidir qual o melhor cartão de crédito para você. A escolha vai depender da freqüência com que você usa o cartão para se financiar. Um bom exercício é comparar o quanto você pagou em juros no ano passado, com o que pagou de taxa de anualidade.

Caso os dois gastos sejam similares, então você deve pesquisar por cartões de crédito com taxas semelhantes, mas que não cobram anualidade. Se os gastos com juros foram mais elevados, então sua melhor escolha é procurar um cartão que cobra a mesma anualidade, mas com uma taxa de juros inferior.

Sábado, 5 de Julho de 2008

Aparelhos em modo de espera deixam conta de energia 15% mais cara

Por: Roberta de Matos Vilas Boas
04/07/08 - 14h34
InfoMoney

SÃO PAULO - Os aparelhos eletrônicos em stand-by, quando estão desligados, mas prontos para entrar em funcionamento a qualquer hora, são responsáveis por até 15% da conta de energia, segundo uma pesquisa do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor).

Caso o consumidor tire esses equipamentos da tomada, a economia que obteria seria o suficiente para compensar a alta de 8,63% na conta de luz, anunciada pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) na última terça-feira (01), para as residências paulistas atendidas pela Eletropaulo.

Aparelhos
Segundo o levantamento, um DVD funcionando duas horas por dia consome 0,51 kWh em um mês, já se ficar todo o tempo em espera, com aquela luz vermelha acesa, irá gastar, em um mês, 0,67 kWh.

No caso do conversor de TV a cabo a diferença é ainda maior. Quando o aparelho fica ligado quatro horas por dia, gasta 1,38 kWh por mês, já quando fica em stand-by o gasto aumenta para 5,52 kWh.

Por outro lado, é aconselhável que o consumidor não retire da tomada um produto que irá usar outra vez em um curto intervalo de tempo, como um microondas, já que isso pode prejudicar a vida útil do aparelho. O aconselhável seria desligá-lo quando não será utilizado por mais de um dia, por exemplo, quando será feita uma viagem.

No inverno, gastos são maiores
O reajuste na conta de luz não é a única razão para que o valor se torne mais alto. No mês de julho, com o inverno e as férias escolares, é preciso estar atento para não ter uma surpresa.

Tomar banhos mais demorados, com a chave na posição "inverno", utilizar mais o secador de roupas e de cabelo, além de aquecedores de ambiente e torneiras elétricas só fazem o valor aumentar.

Somente o chuveiro representa em média 25% a 35% da conta, sendo que com a chave posicionada em "inverno" o consumo chega a ser 30% maior do que na posição "verão".

Mas não é necessário tomar banho com água fria para diminui o consumo de energia, para isso, uma dica é fazer compensações, como regular a temperatura interna da geladeira, que no inverno não precisa ser tão baixa quanto no verão.

Outra dica importante, é tentar racionalizar o uso de computadores, TV e videogames pelas crianças que estão em férias, e conseqüentemente, passam mais tempo em casa.

Férias: crianças em casa geram mais gastos; veja como driblar a situação

Por: Flávia Furlan Nunes
04/07/08 - 19h26
InfoMoney

SÃO PAULO - Eles acordam, tomam café e logo vão assistir aos desenhos. Quando enjoam, partem para o videogame ou o computador, o que pode durar horas de brincadeira, isso quando não trazem alguns amigos para a casa. No momento em que bate a fome, eles ficam à frente da geladeira durante minutos escolhendo o que vão comer. Imagine, agora, esta rotina diariamente. Não há conta de luz e compras de supermercado que não aumentem.

Crianças em casa nas férias são sinônimo de mais gastos. Quem descartou a possibilidade de viajar, porque queria economizar, terá de driblar esse aumento de consumo, principalmente de alimentos e energia, para não ter uma surpresa no final do mês. "Férias é motivo de mais gastos", afirmou o professor de Finanças da FGV (Fundação Getulio Vargas), Ricardo Araujo.

De acordo com ele, é possível dizer que, nas férias, o orçamento doméstico, que corresponde a todos os gastos da família - planos de saúde, matrículas escolares e outros - sobe 10%, quando as crianças ficam em casa. "Quando é só o gasto com manutenção da casa, eu diria 20% de aumento", explicou.

Gastos maiores
Mais radical quanto aos gastos que as famílias devem ter com crianças de férias, a consultora em finanças pessoais Eliana Bussinger acredita que, no caso da alimentação, é algo em torno de 20% a 30%, considerando que as crianças acabam trazendo alguns amiguinhos e ainda existem algumas refeições em passeios que são feitas fora de casa.

"Ainda há aumento de gasto com o telefone, que, se bobear, pode até dobrar. Em energia, o gasto é na mesma proporção da alimentação, até 30%", disse.

Ainda que o gasto aumente, ele não chega a ser igual aquele feito para realizar uma viagem com as crianças ou para fazer diversos passeios durante as férias. "Passeio aumenta na seguinte proporção: de duas vezes no final de semana - sábado e domingo - para mais duas durante a semana, então, o gasto com ele [passeio] dobra", calculou Eliana.

Alternativas de passeios
Não é justo ficar com a criança somente em casa, afinal, elas também precisam de diversão. A alternativa, neste caso, é encontrar passeios mais em conta.

"Se você sair com as crianças, vai gastar com combustível, alimentação, ingressos. O gasto é muito mais elevado", afirmou Araujo. Sobre os passeios mais baratos, ele indica a ida à praia, para quem mora próximo a ela. O shopping, por outro lado, pode ser uma armadilha. "As vitrines estão ali e a pessoa pode não conter a tentação".

A dica de Eliana, neste caso, é planejar. "Procure parques, faça passeios de bicicleta, coisas baratas e gratuitas. Procure eventos na sua cidade em que não tenha que gastar. Faça visita a parentes e amigos e, quando for passear, leve lanche de casa. Não saia a esmo: dê opções para as crianças", orientou.

Drible o aumento das contas
Questionado sobre o que a família deve fazer para conter os gastos nesta época, o professor de Finanças indicou medidas simples, "que já deveriam ser feitas, mesmo em período escolar". Ele citou algumas atitudes das crianças, que devem ser fiscalizadas.

Elas acendem a lâmpada e não apagam, ligam a TV e o DVD e, depois, vão para outra brincadeira, sem desligar os aparelhos, lavam a mão e não fecham a torneira direito e passam horas no banho. Tudo isso deve ser controlado. Sobre a alimentação, Araujo disse que o controle é mais fácil. "Os pais não precisam levar as crianças ao supermercado".

A última dica dada por Eliana é relaxar. "Porque se a pessoa está estressada, ela vai sair para gastar. O estresse nos leva a consumir mais", finalizou.

Segunda-feira, 30 de Junho de 2008

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